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segunda-feira, 6 de junho de 2016

Segue-Me (Mt 8, 22) – Meditação Eucarística


Por Beato Manel González García.

Estamos em nosso Sacrário; tu, meu sacerdote, de joelhos diante do Altar, Eu de meu modesto trono do cibório. Ouviste e entendeste o “se conhecesses…!” de meu convite ao Sacrário, e, em vez de imitar à Samaritana nas perguntas de curiosidade e de dúvida com que me responde, decidiste aceitar e vir.
Não é isso que me queres dizer posto aí de joelhos?
Sim, o olhar fixo com que olhas para a porta de meu Tabernáculo, como esperando ver-me sair por ela para te falar e andar, caminhar contigo, está me recordando a atitude firme de outro sacerdote meu: de Pedro, quando me dizia à vista de muitos que iam embora: A quem iremos, senão a Vós?
Esta é a tua palavra, não é verdade?
Mas devo te advertir que nos séculos que levo vivendo entre os homens, ouvi muitos dizerem estas palavras, e, não obstante, vejo tão poucos me seguirem.
E não creias que mentem, mas se enganam…
Sabes em que?
Em vez de seguir-me a mim, que sou o Jesus verdadeiro, seguem a um outro Jesus.

As duas classes de seguidores de Jesus.

Não te estranhes nem te escandalizes: Jesus verdadeiro só há um, o primogênito do Pai Celestial e Filho da Virgem Imaculada; mas Jesus falsificados, apócrifos, fantásticos, há muitos, muitos, tantos como imaginações e egoísmos, sensualidades e hipocrisias, empenhados em que não haja Jesus, ou que e ele exista a seu gosto e capricho.
Conheço mais falsificações de mim (que realidade)!
E evidentemente, como sempre é mais cômodo seguir ao falsificado que ao verdadeiro, tenho que passar pela dor de me ver suplantado, em minhas igrejas, em meus Sacrários!
Coitadinhos! E os vejo rezando e alguns até comungando, e logo depois no colóquio que em seu interior fazem com seu Jesus, e na atitude e nos trajes com que se apresentam, percebo que não é comigo que falam, mas com um jesus (assim com letra minúscula) não bom, mas bonachão, não suave, mas adocicado, não compassivo, mas tolerante, não sábio, mas de modestos alcances, não ciente de tudo, mas míope e afeiçoado a fazer vista grossa, não diligente, mas sonolente, … um jesus, evidentemente, sem nada de coroa de espinhos, nem cruz, nem sangue, nem pobreza, nem austeridades de Calvário, mas antes, com esplendores de glória, brancuras de neve, olhares apaixonados, colo terno, peitos macios, ternura de palavras, derretimentos de afetos, de sonhos, e de ilusão. Quanta coisa e sob tanta variedade de formas!
E não penses, meu sacerdote, que são somente pessoas mundanas e sem teologia as que assim me suplantam, que aqui na intimidade da conversa, eu te direi – e quanta pena isso me causa – que ouço a alguns amigos pregando a um jesus que não sou eu, aconselhando conforme uma moral cristã que não é minha, prometendo prêmios e recompensas a obras e pessoas totalmente incomunicadas comigo…
Como tudo isso é duro, não?
Mas tão certo como duro.
Não vês as obras de muitos que me tem na boca, que andam junto a mim e que até comem por servir-me?
Em suas maneiras de falar e de pensar dos demais, de querer aos irmãos, de tratar os inimigos, de vestir, de sofrer, de se alegrar, de viver, em uma palavra, encontras acaso um traço que seja, do Jesus Sacrário: calado, paciente, pobre, abnegado, incansável, humilde, generoso e amante até o fim?
Não? E contudo falam de Jesus, chamam-se cristãos, isto é, seguidores de Jesus?

Já sabes a qual jesus seguem.

Eles são dos falsificadores

Tu, segue-me a Mim.

A Mim!

O filho de Maria Imaculada, o aprendiz da oficina de Nazaré, o Mestre da Cruz de madeira, o Crucificado do Calvário e do Altar, o Cordeiro de Deus que tira os pecados do mundo…

fonte: http://www.adapostolica.org/artigos/segue-me-mt-8-22-meditacao-eucaristica/

quinta-feira, 19 de junho de 2014

CORPUS CHRISTI

Publicamos algumas fotos da Santa Missa da Solenidade do Santíssimo Corpo e Sangue de Cristo e a Solene Procissão do Santíssimo Sacramento.

















quinta-feira, 6 de junho de 2013

Ato de Reparação ao Sagrado Coração de Jesus



Dulcíssimo Jesus, cuja infinita caridade para com os homens é deles tão ingratamente correspondida com esquecimentos, friezas e desprezos, eis-nos aqui prostrados, diante do vosso altar, para vos desagravar-mos, com especiais homenagens, da insensibilidade tão insensata e das nefandas injúrias com que é de toda parte alvejado o vosso dulcíssimo Coração. Reconhecendo, porém, com a mais profunda dor, que também nós, mais de uma vez, cometemos as mesmas indignidades, para nós, em primeiro lugar, imploramos a vossa misericórdia, prontos a expiar não só as próprias culpas, mas também as daqueles que, errando longe do caminho da salvação, ou se obstinam na sua infidelidade não Vos querendo como pastor e guia, ou, faltando às promessas do batismo, sacudiram o suavíssimo jugo da vossa santa Lei.

De todos estes tão deploráveis crimes, Senhor, queremos nós hoje desagravar-vos, mas particularmente dos costumes e imodéstias do vestir, de tantos laços de corrupção armados à inocência, da violação dos dias santificados, das execrandas blasfêmias contra Vós e vossos santos, dos insultos ao vosso vigário e a todo o vosso clero, do desprezo e das horrendas e sacrílegas profanações do Sacramento do divino Amor, e enfim, dos atentados e rebeldias oficiais das nações contra os direitos e o magistério da vossa Igreja.

Oh, se pudéssemos lavar com o próprio sangue tantas iniqüidades! Entretanto, para reparar a honra divina ultrajada, vos oferecemos, juntamente com os merecimentos da Virgem Mãe, de todos os santos e almas piedosas, aquela infinita satisfação que Vós oferecestes ao Eterno Pai sobre a cruz, e que não cessais de renovar todos os dias sobre os nossos altares.

Ajudai-nos, Senhor, com o auxílio da vossa graça, para que possamos, como é nosso firme propósito, com a viveza da fé, com a pureza dos costumes, com a fiel observância da lei e caridade evangélicas, reparar todos os pecados cometidos por nós e pelos nossos próximos, impedir por todos os meios novas injúrias à vossa divina Majestade e atrair ao vosso serviço o maior número de almas possível.

Recebei, oh! benigníssimo Jesus, pelas mãos de Maria Santíssima Reparadora, a espontânea homenagem deste nosso desagravo, e concedei-nos a grande graça de perseverarmos constantes até á morte no fiel cumprimento dos nossos deveres e no vosso santo serviço, para que possamos chegar todos à Pátria bem-aventurada, onde Vós, com o Pai e o Espírito Santo, viveis e reinais, Deus, por todos os séculos dos séculos. Assim seja.

Jesus manso e humilde de coração, Fazei o nosso coração semelhante ao Vosso !