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segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Fotos da Festa de Aniversário

Aconteceu no último domingo dia 16/02 a comemoração do nosso Primeiro aniversário de Fundação, estiveram presentes diversas Congregações de Nossa Diocese e muitos visitantes. As 16 horas foi celebrada a Santa Missa Pelo Rev. Pe José Henrique do Carmo e em seguida foi realizada a assembléia Festiva.
Homilia da Santa Missa feita por nosso Rev . Pe Diretor.



Consagração de 2 novos aspirantes


Início da Assembléia.


Coral do Santuário São Judas Tadeu da Diocese de Guarulhos

Contamos também com a presença do Prof. Hermes Rodrigues Nery.



Agradecimento ao Coral pela participação na Santa Missa e na Assembléia, o grupo foi presenteado com uma réplica da Imagem Peregrina de Nsra Auxiliadora.


segunda-feira, 24 de junho de 2013

Consagração À Nossa Senhora Auxiliadora


Meu Senhor, Jesus Cristo, verdadeiro Deus e Verdadeiro Homem, vos reconheço como meu Senhor, vos adoro e vos proclamo principio e fim de toda criação. Suplico-vos com humildade que renoveis em mim aquele misterioso testamento que fizestes sobre a Cruz, quando deixastes Maria como Mãe do apóstolo João. Fazei-me hoje a mim também filho de Vossa Mãe e dai-me a vossa Mãe como minha mãe. Dai-me a graça de pertencer a ela e de tê-la como Mãe durante toda a minha vida. Santíssima Virgem Maria, Advogada e Auxiliadora dos Cristãos, eu me confio por inteiro à vossa bondade maternal. Animado por esse desejo quero imitar vossas virtudes; elejo-vos hoje como minha Mãe e vos suplico Ter-me entre vossos filhos. Ofereço-vos o dom de mim mesmo, quanto sou e tenho. Acolhei minha vontade e fortalecei em mim a confiança com a qual hoje me ofereço. Que vossa proteção me assista todos os dias de minha vida e na hora de minha morte, para que ao abandonar este vale de lagrimas possa reunir-me convosco e gozar no Reino de Vosso Filho. Amém

Autor: São João Bosco

sexta-feira, 24 de maio de 2013

Mãe da Igreja e Auxiliadora dos Cristãos


São João Bosco, fundador da Congregação Salesiana, espalhou a devoção a Nossa Senhora invocada em todo mundo com este título: AUXILIADORA, que lembra a perene proteção de Maria Santíssima, sobre a Igreja e sobre o Papa. Os fiéis intuíram a intervenção sobrenatural de Nossa Senhora, invocada como AUXILIADORA e na Obra de Oratório, com muito acerto chamaram-na "A VIRGEM DE DOM BOSCO."

Já em 1824, Joãozinho Bosco, criança de 9 anos, como ele mesmo conta, teve o primeiro sonho profético, em que lhe foi manifestado o campo do seu futuro apostolado e ouviu a voz misteriosa do Senhor dizer-lhe: "DAR-TE-EI A MESTRA." E logo, apareceu a Senhora de aspecto majestoso que o animou a trabalhar, para corrigir o comportamento dos meninos malcriados.

Nossa Senhora apareceu freqüentemente nos sonhos de Dom Bosco e foi a estrela do seu apostolado. Ele a chamava Mãe e sustentadora, socorrendo a Congregação Salesiana, especialmente toda vez que precisava-se auxílio extraordinário para atender as necessidades dos meninos pobres e abandonados, não só materiais, mas sobre tudo quando suas almas corriam perigo.

E, durante toda a sua vida Dom Bosco foi incansável em fazê-la conhecer, amar e honrar. Discursos, conferências, livros, festas: seriam necessários muitos volumes e muito tempo para recordar todas as iniciativas de seu fervor mariano.

Com a construção da Basílica de Maria Auxiliadora de Turim, em 1868, o Santo quis erguer um monumento eterno do seu amor e dos seus filhos espirituais, à celeste Mãe. Teve sempre ternura de filho no seu amor e no seu reconhecimento para com Ela, que o guiou e socorreu com a sua visível e por vezes miraculosa proteção.

"Maria Santíssima é minha Mãe – dizia Dom Bosco. Ela é minha tesoureira. Ela foi sempre a minha guia." Em suas conferências Dom Bosco sempre procurava responder a estas três perguntas:

Por que a honramos? Por que a invocamos? Por que é Auxiliadora?

Porque Ela é Mãe de Deus, Mãe de Jesus Cristo e nossa mãe.

A Igreja nos ensina também que Maria é a Medianeira de todas as graças. Porque Maria Santíssima, modelo perfeito de todas as virtudes, nos ensina com seu exemplo como devemos imitar a seu Divino Filho. Precisamente, na imitação das virtudes de Maria se manifesta verdadeira nossa devoção. E estas virtudes de Nossa Senhora, nós vamos encontrar nas páginas de Evangelhos: A obediência, a humildade, a pureza de coração. Por motivos históricos e litúrgicos, quando falamos de Maria Santíssima como Auxílio dos Cristãos, logo Ela nos aparece como a Defensora da Igreja, da Civilização cristã, do Papa, dos nossos Bispos e de todo cristão. "Auxílio dos Cristãos."
Este título: AUXILIADORA DOS CRISTÃOS foi introduzido na Ladainha de Nossa Senhora pelo Papa São Pio V, após a vitória dos cristãos obtida em Lepanto, vitória essa, conseguida graças ao auxílio de Deus e de Nossa Senhora. Em 1571, Dom João, príncipe austríaco, comandou os cristãos nessa batalha de Lepanto. São Pio V enviou para o Imperador uma bandeira, na qual estava bordada a imagem de Jesus crucificado. A preparação dos soldados consistiu em um tríduo de jejuns, orações e procissões, suplicando a Deus a graça da vitória, pois o inimigo não era apenas uma ameaça para a Igreja mas também para a civilização. Tendo recebido a Santa Eucaristia, partiram para a batalha. No dia 7 de outubro de 1571, invocando o nome de Maria, Auxílio dos Cristãos, travaram dura batalha nas águas de Lepanto. Três horas de combate foram necessárias... A vitória coube aos cristãos, que ao grito de "Viva Maria", hastearam a bandeira de Cristo.

Mais tarde, por causa da libertação de Viena situada pelos turcos, no ano de 1863, o rei da Polônia João III Sobieski, que chegou com as tropas polonesas em auxílio para a cidade sitiada, confessou humildemente ao Papa: "VENI, VIDI DEUS DEDIT VICTORIAM", (Cheguei, vi, Deus deu vitória). Recordando a todos e atribuindo a Virgem Maria tamanha graça. No início do século XIX, o Papa Pio VII, estabeleceu a Festa de Maria Auxiliadora no dia 24 de maio, como gratidão por ter sido libertado da injusta opressão em que se achava, ou seja, prisioneiro de Napoleão na França.

Esta festa se comemora hoje em muitas igrejas particulares e Institutos religiosos, principalmente na Sociedade de São Francisco de Sales, fundada por São João Bosco.

Dom Bosco difundia a devoção a Maria Auxiliadora, em uma perspectiva eclesial e missionária. Realmente, a Igreja sempre experimentou auxílio eficacíssimo da Mãe de Deus nas perseguições excitadas pelos inimigos da fé cristã.

No ano de 1862, as aparições de Maria Auxiliadora na cidade de Spoleto marcam um despertar mariano na piedade popular italiana. Nesse mesmo ano, Dom Bosco iniciou a construção, em Turim, de uma grande Basílica, que foi dedicada a Nossa Senhora, Auxílio dos Cristãos. Até então não se percebe em Dom Bosco uma atenção especial por esse título. "Nossa Senhora deseja que a veneremos com o título de AUXILIADORA: vivemos em tempos difíceis e necessitamos que a Santíssima Virgem nos ajude a conservar e defender a fé cristã", disse Dom Bosco ao clérigo Cagliero.

A partir dessa data, Dom Bosco, que desde pequeno aprendeu com Mamãe Margarida, sua mãe, a ter grande confiança em Nossa Senhora, ao falar da Mãe de Deus, lhe unirá sempre o título AUXILIADORA DOS CRISTÃOS. Para perpetuar o seu amor e a sua gratidão para com Nossa Senhora e para que ficasse conhecido por todos e para sempre que foi "Ela (Maria) quem tudo fez", quis Dom Bosco que as Filhas de Maria Auxiliadora, congregação por ele fundada juntamente com Santa Maria Domingas Mazzarello, fossem um monumento vivo dessa sua gratidão.

A devoção a Nossa Senhora Auxiliadora foi crescendo cada vez mais e mais. O Papa Pio IX fundou no Santuário de Turim (Itália) dia 5 de abril de 1870, uma Arquiconfraria, enriquecendo-a de muitas indulgências e de favores espirituais.

No dia 17 de maio de 1903, por decreto do Papa Leão XIII, foi solenemente coroada a imagem de Maria Auxiliadora, que se venera no Santuário de Turim.

Dom Bosco ensinou aos membros da família Salesiana a amarem Nossa Senhora, invocando-a com o título de AUXILIADORA. Pode-se afirmar que a invocação de Maria como título de Auxiliadora teve um impulso enorme com Dom Bosco. Ficou tão conhecido o amor do Santo pela Virgem Auxiliadora a ponto de Ela ser conhecida também como a "Virgem de Dom Bosco".

Dos escritos de São João Bosco, retiramos algumas passagens para ilustrar o seu amor por Maria Santíssima:

"Recomendai constantemente a devoção a Nossa Senhora Auxiliadora e a Jesus Sacramentado".

"A festa de Maria Auxiliadora deve ser o prelúdio da festa eterna que deveremos celebrar todos juntos um dia no Paraíso".

"Sê devoto de Maria Santíssima e serás certamente feliz".

"Devoção e recurso freqüente a Maria Santíssima. Jamais se ouviu dizer no mundo que alguém tenha recorrido com confiança a essa mãe celeste sem que não tenha sido prontamente atendido".

"Diante de Deus declaro: basta que um jovem entre numa casa salesiana para que a Virgem Santíssima o tome imediatamente debaixo de sua especial proteção".

Dom Bosco confiou à Família Salesiana a propagação dessa devoção, que é, ao mesmo tempo, devoção à Mãe de Deus, à Igreja e ao Papa.

Concluímos com essas palavras do Papa João Paulo II: "A devoção a Maria é fonte de vida cristã profunda, é fonte de compromisso com Deus e com os irmãos. Permanecei na escola de Maria, escutai a sua voz, segui os seus exemplos. Como ouvimos no Evangelho, Ela nos orienta para Jesus: ‘Fazei o que Ele vos disser’ (Jo 2, 5). E, como outrora em Caná da Galiléia, encaminha ao Filho as dificuldades dos homens, obtendo dEle as graças desejadas. Rezemos com Maria e por Maria. Ela é sempre a ‘Mãe de Deus e nossa’".

Fonte: http://www.auxiliadora.org.br/maria

sábado, 20 de abril de 2013

Dom Bosco e a Devoção à Nossa Senhora


Um grande sustentáculo para vós, meus queridos filhos, é a devoção a Maria Santíssima.Ouvi como ela vos convida: Si quis est párvulus, véniat ad me: Quem for pequenino, venha a mim.Si fordes seus devotos, além da abundância das suas bênçãos neste mundo, ela vos garante o paraíso na outra vida.Qui elúcidant me, vitam eternam habébunt.Tende pois amais íntima convicção de que obtereis todas as graças desta boa mãe, contanto que não peçais coisas que resultem em vosso dano.Deveis pedir-lhe com insistência particularmente três graças, que são necessárias para todos, mais especialmente para vós, meus caros jovens.

A primeira é a de não cometerdes nunca nenhum pecado mortal durante a vossa vida.Sabeis que significa cair em pecado mortal? Quer dizer renunciar a sermos filhos de Deus para tornar-nos escravos de satanás.Quer dizer perder aquela beleza que nos faz iguais aos Anjos aos olhos de Deus, para tornar-nos deformes como demônios na sua presença.Quer dizer perder todos os merecimentos já adquiridos para a vida eterna; quer dizer ficar suspenso por um fio muito fraco por sobre a boca do inferno; quer dizer fazer enorme injúria a uma bondade infinita e é este maior mal que se possa imaginar.Oh! Sim, por quantas graças vos obtenha Maria, seria todas inúteis sem esta graça de não cair nunca em pecado mortal.Esta é graça que haveis de pedir de manhã e á noite e em todas as vossas práticas de piedade.

A segunda graça que deveis pedir a Nossa Senhora é a de poder conservar a preciosa virtude da pureza.O jovem que a conserva tem a maior semelhança com os Anjos do Céu.Pelo que o seu anjo da Guarda o considera como irmão e se alegra sobremaneira pela sua companhia.

Como me está muito a peito que todos os conserveis esta bela virtude, vos indico ainda alguns outros meios para conservá-la do veneno que a poderia contaminar.Antes de tudo evitai a companhia das pessoas de diversos sexos.Entendamo-nos: Quero dizer que os meninos nunca devem contrair familiaridades com meninas; de outra forma esta bela virtude se acharia em grande perigo.A guarda dos sentidos contribui também muitíssimo a conservação desta bela virtude.Evitai portanto todo excesso no comer e no beber; evitai os teatros, os bailes e semelhantes diversões, que são a ruínas dos bons costumes.

Mas guarde particularmente os olhos, que são as janelas pelas quais o pecado entra no nosso coração e por onde o demônio, vêem a tomar posse de nossa alma.nunca vos detenhais a olhar para as coisas contrárias, por pouco que seja, á modéstia.São Luis Gonzaga nem sequer queria que lhe vissem os pés, quando se deitava ou quando se levantava.

Outro menino, sendo interrogado porque fosse tão recatado na vista, respondeu: Tomei a resolução de não fitar nunca o rosto de uma mulher, para reservar os meus olhos para fixar pela primeira vez se não for indigno formosíssimo da Mãe da Pureza, Maria Santíssima.

A terceira graça que deveis implorar solicitamente da Virgem Imaculada é de poder sempre andar afastados da companhia daqueles jovens que tem más conversas, isto é, certas conversas que não se fariam na presença de vossos pais ou de alguma pessoa de respeito.Guardai-vos destes tais, muito embora fossem eles vossos parentes.Posso garantir-vos que ás vezes é mais prejudicial a companhia desses, do que a de um demônio.Felizes vós, meus caros filhos, se fugirdes da companhia dos maus!Então estareis certos de que trilhais o caminho do céu; diversamente, correreis muito grande perigo de perder-vos para sempre.Por isso quando virdes companheiros vossos proferirem blasfêmias, desprezar as práticas religiosas para afastar-vos da igreja ou, pior ainda, dizer palavras contrárias, por pouco que seja, á virtude da modéstia, fugi deles como da peste.Ficai certos de que, quanto mais puros forem os vossos olhares e vossas conversas, tanto mais Maria se comprazerá em vós e maiores graças vos alcançará de seu Filho e Nosso Redentor Jesus Cristo.

São essas três graças mais necessárias na vossa idade; e as alcançareis, com certeza, de Nossa Senhora, se fordes sempre seus devotos sinceros, rezando todos os dias o Santo Rosário ou ao menos três ave Maria e três glórias com a Jaculatória: Querida Mãe Virgem Maria fazei que eu salve a minha alma.

Com essas três graças trilhareis desde agora o caminho que vos há de tornar homens honrados na idade madura.Nessas graças tereis também o penhor certo da felicidade eterna que Maria Santíssima á de alcançar infalivelmente aos seus devotos.

Por São João Bosco
O JOVEM INSTRUÍDO NA PRÁTICA DE SEUS DEVERES RELIGIOSO SARTIGO IV.